Espera-se que a semana que ontem iniciou seja bastante “badalada” na Federação Moçambicana de Futebol (FMF), atendendo que a margem de manobra para anunciar a renovação ou não de Chiquinho Conde ficou cada vez menor e suscitando a pergunta que ecoa por todos os cantos: quem será o próximo seleccionador nacional?
A FMF, com a “faca e o queijo” na mão, tem até sábado, dia 31 de Janeiro (data em que Chiquinho Conde termina o vínculo contratual), para tomar a decisão sobre o futuro da cadeira do seleccionador nacional.
Contam-se os segundos, minutos, as horas e os dias (que são poucos) para que da casa do futebol saía o nome do futuro treinador dos “Mambas”, uma informação que até ao momento está trancada a sete chaves, podendo passar pela renovação do contrato entre a federação e Chiquinho Conde, havendo também nomes de outros treinadores para o substituir.
Entende-se que Conde, de 60 anos de idade, tenha criado bases para continuar a conduzir a equipa nacional, por ter alcançado a primeira vitória de sempre num CAN, que, por força da classificação (um dos três melhores terceiros na fase de grupos), qualificou os “Mambas”, pela primeira vez, para a fase a eliminar, precisamente os oitavos-de-final.
Caso confirme-se a renovação do vínculo com o antigo “capitão” da Selecção Nacional, será o terceiro voto de confiança concedido pela FMF, depois, lembre-se, de ter sido eleito em Outubro de 2021, funções que foram revitalizadas em Agosto de 2024.
Portanto, caso continue a assumir o destino dos “Mambas”, Chiquinho consolidará a posição de treinador com mais anos à frente do combinado nacional, estabelecendo até ao momento mais de quatro anos no comando.


