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Municipal de Cuamba vai ter nova cara
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REPORTAGEM

CAMPO MUNICIPAL DE CUAMBA EM PROCESSO DE REQUALIFICAÇÃO

A província do Niassa terá mais um campo de futebol antes do final deste ano. O campo Municipal de Cuamba está neste momento em requalificação para, à semelhança do que aconteceu nos municípios de Chimoio, Maxixe e Xai-Xai, passar a ser alternativa válida para esta província.

Referir que, como as anteriores, esta obra surge na sequência das parcerias entre a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e municípios nacionais, como forma de contribuir para elevar a qualidade da modalidade no país.

Em Cuamba, o empreiteiro escolhido é a Jo Cash Prest Service, dirigida por Joaquim Carvalho, antigo futebolista da antiga HCB, hoje União Desportiva do Songo, Liga Desportiva de Maputo e Ferroviário de Nampula.

Lembrar que, nestas empreitadas, a federação comparticipa com a relva sintética, a rede de vedação, balizas, assim como os bancos de suplentes.

Segundo Joaquim de Carvalho, além da colocação da relva sintética, o “Municipal de Cuamba” contará com a construção de uma bancada para cerca de 1000 espectadores, à base de metal, com assentos plásticos. “O projecto inclui uma tribuna VIP, com 200 assentos”, disse o nosso interlocutor, que revelou que “neste momento estamos a preparar o campo para agregar a relva, uma vez que não estava estruturado para o efeito”, anotou, salientando que a previsão de término é Novembro. “Iniciámos as obras em Novembro último, o que quer dizer que, de acordo com as perspectivas, as obras vão durar cerca de um ano”.

MOÇAMBOLA

EM CUAMBA

NO FUTURO

No projecto inicial, a empresa responsável pela empreitada irá colocar bancadas para competições provinciais. “O que nos disseram é que, no princípio, o campo será usado para as competições provinciais, mas futuramente será uma alternativa às infra-estruturas já existentes para o Moçambola. Realçar que este é um projecto de construção evolutivo, sendo que as bancadas estão a ser edificadas de forma faseada. O município de Cuamba promete acrescentar mais lugares para assistência, entre outras componentes necessárias para que o recinto, no futuro, possa acolher competições de outra natureza, não apenas de carácter provincial”, sublinhou.

Por outro lado, Carvalho refere que, em simultâneo, a sua empresa fez intervenção no campo do Ferroviário de Nacala. “Reparamos o sistema de rega e fizemos a manutenção do piso sintético”, precisou.

O empreiteiro revela que foi também a sua entidade que fez a manutenção do Estádio Municipal 1.º de Maio, em Lichinga, de Março a Agosto do ano passado. “Mudamos as balizas metálicas pelas de fibra. Intervimos no piso, colocando uma nova borracha, construímos um túnel de acesso ao recinto do jogo e a colocámos um novo banco de suplentes”.

Joaquim de Carvalho disse que a maior parte das obras onde é chamado a intervir têm decorrido na altura das competições e esclarece que “em alguns momentos aproveitamos as paragens do Moçambola, já que o Ferroviário de Lichinga utiliza o ‘Municipal 1.º de Maio’. No entanto, a manutenção da relva ocorreu durante a semana de trabalhos, após as sessões de treinos”.

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Foi fundado no dia 24 de Junho de 1987 como presente da Sociedade do Notícias aos desportistas por ocasião dos 12 anos de Independência Nacional, que se assinalaram nesse mesmo ano.