O estágio do histórico Têxtil do Púnguè em Maputo está a correr às “mil maravilhas”, sendo que ontem, no terceiro jogo de controlo, visitou e bateu o Maxaquene, que este ano regressa ao Moçambola, por 2-1.
Foi a segunda vitória dos “fabris” depois do triunfo sobre o Costa do Sol por 2-1, na segunda-feira.
Antes, para o primeiro jogo, a equipa de Sofala, perdera com a Black Bulls “B”, por 2-3, no Tchumene, onde de resto montou o seu “quartel-general”.
Ainda no ciclo deste estágio de 21 dias em Maputo, o Têxtil do Púnguè tem jogos marcados com o Ferroviário de Maputo, sábado no campo do Afrin.
Com o Estrela Vermelha, na quarta-feira da próxima semana e com a Liga Desportiva de Maputo, três dias depois.
Segundo o treinador, Alex Arnaut, enquanto acontece o estágio, a equipa técnica vai preenchendo o plantel.
Com efeito, dois malawianos provenientes do Ferroviário de Quelimane, um médio-ofensivo e um ponta-de-lança juntaram-se esta semana ao grupo e o técnico está deslumbrado com eles.
“São muito bons jogadores e vão preencher uma das carências que tínhamos. Da Beira para Maputo viajámos com 21 jogadores, mas o plano é ter um plantel de 25 atletas, pelo que ainda temos posições por fechar”, adiantou.
Neste contexto, há mais quatro jogadores em observação, dois provenientes do Chibuto e outros tantos do Desportivo da Matola.
O Têxtil do Púnguè, que há sensivelmente três semanas é dirigido por uma comissão de gestão encabeçada pelo empresário e comunicador Gabriel Júnior, tem como objectivo conquistar o “Provincial” de Sofala e chegar ao Moçambola-2027.



