O Ferroviário de Maputo poderá não contar, durante o presente semestre, com o Estádio da Independência para os seus jogos oficiais, isto porque a conclusão das obras daquele mega-recinto vai levar mais tempo do que o previsto, sobretudo por causa do complexo de balneários, que ainda não está pronto.
Apesar de estar já em curso a colocação de cadeiras plásticas e a montagem e desenvolvimento da relva levar menos tempo, o presidente do clube, Ório Benzane, fala de um grande investimento que os CFM ainda terão de fazer para que esses trabalhos sejam concluídos.
“Nós continuamos com problemas que nos obrigaram a não fazer grandes voos. Contrariamente ao que pensávamos, que poderíamos começar a usar o estádio no último trimestre, e o mais tardar neste, as obras ainda não estão concluídas. Julgo que neste semestre se calhar não vão terminar, porque há áreas importantes que ainda não foram concluídas. Falo do centro de balneários. É preciso preparar o solo para a montagem da relva, e esse trabalho ainda não começou. Em suma, as obras estão atrasadas, ainda requerem muito investimento. Penso que o nosso patrono está muito concentrado nisso e, por essa via, não há muita chance de termos um orçamento acima daquele que habitualmente nos dá”, referiu.


