O Ferroviário de Maputo vai manter Carlos Manuel (Caló) no comando técnico na presente temporada, continuidade que vai implicar a reestruturação da equipa técnica.
Presentemente, Caló e a sua direcção estudam formas de reforçá-la com mais ou dois elementos de peso e perspectivando-se que tais elementos sejam “recrutados” no seio da colectividade, que, como se sabe, tem no seu quadro vários colaboradores com capacidades para melhorar a qualidade da nova estrutura técnica “locomotiva”.
Em 2025, recorde-se, a época não correu de feição para os “locomotivas”. No campeonato, que não chegou ao fim, em 23 jogos, fizeram 33 pontos (menos 24 que o Songo), resultantes de sete vitórias, 12 empates e quatro derrotas, fixando-se na quarta posição.
Esta última classificação é semelhante a de 2024, ano em que Caló foi contratado na recta final da primeira volta quando a equipa estava posicionada na última posição. Para o gáudio dos adeptos, além dessa extraordinária recuperação na tabela classificativa, o Ferroviário de Maputo também conquistou a Taça de Moçambique dessa edição.
Ano passado, além da fracassada campanha no Moçambola, também frustrou-se na Taça de Moçambique, eliminado pela Black Bulls nas meias-finais.


