Hoje são juízes, ministros, assessores, professores e dirigentes. Homens que olham para trás e reconhecem que o BEBEC lhes ofereceu muito mais do que uma bola para jogar. Deu-lhes carácter, sonhos e ferramentas para vencer na vida, pois tornou-se numa escola sem paredes, sem carteiras e sem horários, mas rica em ensinamentos que nenhum manual consegue transmitir.
O BEBEC, que está prestes a desaparecer, foi muito mais do que um torneio de futebol. Foi uma verdadeira “fábrica” de cidadãos que hoje servem o país nas diferentes esferas.
Entre os seus antigos praticantes, hoje queremos destacar alguns, como Celso Correia, ex-ministro da Agricultura, que brilhou nos campos do Bairro da Coop; João Matlombe, actual ministro dos Transportes e Logística, que também deixou a sua marca nos pelados da Cidade das Acácias e Jacarandás; João Cossa, hoje assessor do ministro das Comunicações e Transformação Digital, capitão e melhor jogador do Bairro Central; Hermenegildo Chambal, juiz de Direito no Tribunal Marítimo de Maputo, que representou o Alto-Maé; e Luís Camhemba, actual director do GABINFO, que aprendeu a defender Polana Cimento com a mesma determinação com que hoje serve o país.
























