“Ao conseguir influenciar, em termos de mobilização de patrocínios para a organização do Moçambola, competição na qual estão equipas qualificadas de diferentes províncias e regiões do país, o Presidente da República actua numa dimensão política central para a materialização do princípio da unidade nacional”
Há dias foi notícia celebrada pelos seguidores do futebol moçambicano o facto da mineradora Vulcan, empresa que opera na província de Tete e que faz parte da multinacional indiana de fundição de alumínio, Jindal Steel, ter garantido o desembolso de uma soma de 61.000.000,00MT (sessenta e um milhões de meticais) de apoio à realização da 49ª edição do Campeonato Nacional de Futebol da I Divisão, o Moçambola-2026.
O apoio, como se sabe, surgiu no quadro da resposta que Naveen Jindal, o Presidente do Conselho de Administração da Jindal Steel, Reitor e fundador da Om Prakash Jindal Global University deu, de forma positiva, ao apelo do Presidente da República, Daniel Chapo, para que este apoiasse várias áreas sociais no país, dentre elas o desporto.
Pouco mais de um mês desse encontro, de 18 de Maio, a Vulcan abriu os cordões à bolsa e desembolsou uma verba significativa que garante a realização, sem sobressaltos e até ao fim, do Moçambola-2026.
Aqui chegados, tomo a oportunidade não somente para celebrar o patrocínio da Vulcan, mormente depois da intermediação do Chefe do Estado para o efeito e tal como já o havia feito em 2025, com a Cervejas de Moçambique, quando deu ao Moçambola 65.000.000,00MT (sessenta e cinco milhões de meticais), mas, acima de tudo, para sinalizar a importância que Daniel Chapo dá ao futebol e, em particular, o Moçambola.
























