Seis anos depois de regressar ao Moçambola, o Maxaquene vive um início de campeonato para esquecer. O histórico emblema da capital do país é o único clube que ainda não venceu em nove jogos disputados – um jejum de mais de 90 dias – no Moçambola, somando apenas quatro pontos, resultado de igual número de empates e cinco derrotas. O desempenho iguala o pior arranque do centenário clube registando há 20 anos, em 2006, e levanta sérias dúvidas sobre a capacidade da equipa para inverter a situação e evitar uma descida.
A campanha dos “tricolores” começou com uma pesada derrota frente ao Costa do Sol, por 4-1. Na segunda jornada, a equipa conquistou o primeiro ponto ao empatar sem golos diante do Black Bulls, mas o resultado não representou o início da recuperação desejada pelos adeptos e pela direcção.
Nas jornadas seguintes, o Maxaquene perdeu com o Ferroviário de Maputo (0-1), empatou com o Ferroviário da Beira (0-0), voltou a ser derrotado pela Liga de Sofala (0-1) e pelo Desportivo de Songo (1-2). Mais tarde empatou com o Chingale (1-1), perdeu diante do Ferroviário de Nacala (1-2) e voltou a dividir pontos, desta vez frente à Associação Desportiva de Vilankulo (1-1).
Com apenas quatro pontos conquistados em 27 possíveis, o clube apresenta um aproveitamento bastante reduzido, reflexo das dificuldades que tem demonstrado tanto na organização defensiva como na eficácia ofensiva. Além da ausência de vitórias, os números evidenciam uma equipa com dificuldades em reagir nos momentos decisivos dos jogos.
























