Não é propriamente um mercado atractivo do ponto de vista desportivo e financeiro, mas é uma praça que pode servir de rampa para a internacionalização de muitos futebolistas moçambicanos cujas carreiras estão em processo de consolidação, sobretudo os mais jovens, com idades compreendidas entre 18 e 22 anos. Eswatini, pequeno reino vizinho, está aos poucos a atrair muitos talentosos moçambicanos que vão à busca doutras oportunidades, como jogar no estrangeiro, num clube de referência e até ganhar algum dinheiro. No meio dessa nova porta que se abre aqui ao lado está um agente desportivo moçambicano, Nic Amade, um empresário que é também gestor desportivo, entendido nas matérias estratégicas, financeiras e de marketing, sendo neste momento director desportivo do Mbabane Swallows, um dos gigantes do Eswatini.

Nessa qualidade, o agente moçambicano aproveitou para “aliciar” alguns futebolistas nacionais que eram, inclusive, mal conhecidos ou pouco valorizados na nossa praça e hoje são quase que vedetas no país vizinho, volvido apenas um ano da odisseia, tendo já propostas de renovação dos contratos e algumas propostas mais atraentes na mesa em avaliação.Nesta entrevista, Nic Amade fala da sua ligação ao futebol do Eswatini, como foi parar ao Mbabane Swallows, da presença dos atletas moçambicanos naquele mercado que, segundo ele, pode servir de porta para o futebol sul-africano, da qualidade do futebol local, infra-estruturas, organização, entre muitos outros assuntos.
























