Depois da vitória por 2-1, ontem, frente ao Chingale, para a 19.ª jornada do Moçambola-2026, as atenções da Black Bulls viram-se agora para o duelo africano diante do Atomic Ngomé, das Comores, na tarde de sábado.
É a primeira “mão” da primeira pré-eliminatória de acesso à Fase de Grupos da Taça da Confederação Africana de Futebol (Taça CAF), na qual os “touros” jogarão na condição de visitantes, dado que o Atomic não tem campo aprovado para provas internacionais em seu território, tendo optado por disputar os dois desafios no Tchumene.
Apesar do respeito pelo adversário, a Black Bulls, através do seu treinador, Nélson Santos, reafirma o foco na passagem para a etapa seguinte e afasta quaisquer semelhanças entre esta eliminatória e a de há dois anos com o Alizé Fort, também das Comores.
“De há dois anos para cá, muita coisa mudou, pelo que não serão eliminatórias iguais, até porque o Atomic Ngomé não tem nada a ver com a equipa que veio para aqui em 2024. Tive a oportunidade de observar este adversário, tem processos próprios e consolidados. É uma equipa organizada e que certamente nos irá dar muito trabalho”, vaticina o técnico.
Mesmo fazendo os dois jogos em casa, o treinador português da Black Bulls coloca a eliminatória nivelada.
“Fazer os dois jogos em casa pouco ou nada muda. Se somos favoritos, esse favoritismo tem de ser demonstrado em campo”, rematou.
O jogo deste sábado está marcado para as 15.00 horas, na Lalgy Arena, sendo que o da segunda “mão” será uma semana depois, no mesmo local, mas, às 18.30 horas.
Quem passar vai encontrar o Panthère Sportive, dos Camarões, ou o Rayon Sports, do Ruanda, na segunda pré-eliminatória.

