Atomic Ngomé, das Comores, também tratado por Atomic Foot de Ntsudjini, é o primeiro obstáculo da caminhada da Associação Black Bulls rumo à Fase de Grupos da Taça da Confederação Africana de Futebol (Taça CAF), segundo ditou o sorteio realizado na última quinta-feira, no Cairo, capital do Egipto.
Quis o destino que aparecesse um ilustre desconhecido na “cara” dos “touros” e, em princípio, teoricamente um adversário acessível, até porque estão ainda frescas as memórias de há dois anos, mas isso não aquece, nem arrefece o treinador Nélson Santos, que defende que cada jogo é um jogo, com o seu historial e contexto.
“Temos bem claros os nossos objectivos definidos no início da época, que passavam por atacar três competições. Infelizmente, já perdemos uma, a Taça de Moçambique, prova na qual fomos precocemente eliminados. Agora, resta-nos a luta pelo título do Moçambola e atacar a Fase de Grupos da Taça CAF.
Frente ao Atomic Ngomé esperamos uma eliminatória nada fácil, por isso vão ser jogos encarados com muita responsabilidade e motivação. Queremos passar para a fase seguinte e lá disputarmos o acesso à fase de grupos, que é um objectivo aqui no clube”, vincou.

O técnico diz ser indiferente o que poderá vir depois dos comorenses.
“Não nos interessa qual será o adversário depois de passar a primeira pré-eliminatória, o importante é lá estarmos, pelo que há que se respeitar este Atomic, um desconhecido, o qual a nossa equipa de ‘scouting’ terá de fazer rapidamente um trabalho de casa para não sermos surpreendidos”, sublinhou.

