É já sábado que a Black Bulls inicia a aventura africana, recebendo o Atomic Ngomé, das Comores. A ambição do conjunto moçambicano é chegar, pelo menos, à Fase de Grupos da Taça da Confederação Africana de Futebol (Taça CAF), como foi há dois anos, quando também iniciou a caminhada defrontando uma equipa daquele país insular, ao largo da província de Cabo Delgado.
Apesar de ter o privilégio de fazer os dois jogos da primeira pré-eliminatória em casa, a Black Bulls não quer dormir na sombra da bananeira, isto é, encara o duplo confronto com respeito máximo.
Quem assim o diz é o treinador Nélson Santos, que deixa claro que o facto de serem dois jogos em casa nada mudará no foco, respeito e na determinação da sua equipa, até porque se o Atomic Ngomé chegou aonde chegou foi por mérito próprio.
“Olha, nós temos o máximo respeito por este adversário. É desconhecido, mas já tive oportunidade de ver dois jogos deles e conclui que é uma boa equipa, jogam bem e tem processos interessantes. Vamos fazer os dois jogos no Tchumene, mas, para mim, está tudo a 50/50, isso não nos confere maior favoritismo”, observou o técnico.
“Falo das ‘Afrotaças’, mas antes desse, temos o ,na quarta-feira, e nós pensamos jogo-a-jogo. Depois do jogo com o Chingale, que sabemos que não será fácil, iremos virar todas as nossas atenções para a eliminatória com o Atomic Ngomé”, realçou Nélson Santos.
Hoje, a Black Bulls sobe ao relvado para iniciar a preparação, quer do jogo com o Chingale, quer do confronto africano, até porque não há tempo a perder. São muitos jogos em curto espaço de tempo.
Para já, o plantel dos “touros” está quase a 100 por cento, à excepção do senegalês Moctar Ndiaye, a braços com uma lesão.

