A MTN “Premier League” do Eswatini terminou na semana passada. Moçambique vendeu a sua competência através do técnico Mateus “Tchaka-Tchaka” Manjate, contratado para salvar o Moneni Pirates, de Manzini, que em 11 jogos tinha somado três vitórias, três empates e cinco derrotas. Ocupava a incómoda 12.ª posição, num campeonato de 16 equipas, o que fez a direcção convidar este ídolo de massas dos anos 80 e princípios dos anos 90.
Experiente no futebol swazi — onde, além de jogar no Manzini Wanderers (1988) e Denver Sundowns (1989), treinou o Manzini Wanderers, Mbabane Highlanders, Malanti Chiefs e Matsapa United — Tchaka-Tchaka não vacilou em arriscar, dentro da convicção de que pior que o seu antecessor não faria, como provam os resultados finais conseguidos nesta equipa com 59 anos de existência e uma presença na Taça CAF, em 1986, onde caiu aos pés do Power Dynamos, da Zâmbia.
O técnico acedeu a uma breve entrevista com o nosso semanário, visando o balanço da temporada 2025/26, em que o Moneni Pirates terminou na sexta posição da tabela classificativa, com 44 pontos, atrás do campeão Nsingizini Hotspurs (65), Manzini Sea Birds (56), Young Buffaloes (54), Green Mamba (48) e Mbabane Highlanders (46).


