Jornal Desafio
SELECÇÃO: JOGOS AFRICANOS MAPUTO 2011: FILA TRASEIRA: Alberto Niquice (treinador adjunto), Deolinda Gimo, Odélia Mafanela, Ana Flávia, Ondina Nhampossa, Leia Dongue, Marta Monjane e ?. FILA FRONTAL: Luiz Hernández (treinador principal), Zinóbia Machanguana, Deolinda Ngulela, Rute Muianga, Valerdina Manhonga, Cátia Halar, Carla Silva, Anabela Cossa e Saerte Júnior (massagista)
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ROSTOS & RASTOS

MEMÓRIAS INOLVIDÁVEIS DOS TRIPLOS DE CARLA SILVA

Ainda nos ribombam as excepcionais actuações de Carla Silva, atleta rápida que nasceu como base no Desportivo de Maputo, mas transformou-se numa demolidora extremo. Era uma maravilha vê-la a fazer a posição número dois como poucas, com lançamentos quase infalíveis, triplos de permeio. 

Nasceu “alvi-negra”, é verdade, mas foi no Maxaquene onde se mostrou o seu melhor, conquistando os dois únicos campeonatos nacionais da carreira, em 2003 e 2004, tendo, após isso, tido passagens pela A Politécnica e, finalmente, Ferroviário de Maputo, clube que deixa em 2010.

A sua carreira termina na Selecção Nacional, num jogo contra a Nigéria, para a atribuição da medalha de bronze, ganho pelas visitantes, por 69-72. Carla ainda tentou ajudar a selecção a virar a história do jogo, com um triplo (sua marca) a 18 segundo do fim, mas as nigerianas conseguiram mais dois pontos e ficaram com o bronze.

A guerreira terminava, desse modo, uma carreira de cerca de 20 anos. A Federação Moçambicana de Basquetebol não ficou alheia aos feitos da atleta, homenageando-a há oito anos atrás como uma das atletas que se destacaram desde a Independência Nacional.

Hoje em dia, longe dos pavilhões, Carla Silva cuida, a tempo pleno, da sua profissão, ela que é formada e Informática de Gestão.

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