Seis atletas da Selecção Nacional de Sub-17, que se prepara para o Campeonato Africano da categoria, foram dispensados por falsificação de idade, após serem submetidos ao teste de ressonância magnética (MRI), exigido para competições desta faixa etária.

A informação foi avançada pelo presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Feizal Sidat.
“Detectámos cinco ou seis atletas com idades falsificadas. É uma situação constrangedora para nós, enquanto federação. Tivemos de os mandar de volta às suas províncias ou clubes”, explicou.
O presidente da FMF sublinhou que muitos destes casos envolvem clubes de renome, tanto na cidade de Maputo, como noutras regiões do país, o que levanta preocupações sobre o controlo e a veracidade dos registos nos escalões de formação.
“É incrível que alguns jogadores, supostamente com 15 anos, já estejam a frequentar a universidade, ou até tenham sido chamados para o Serviço Militar Obrigatório. Isso demonstra claramente que há inconsistências”, lamentou.
Apesar disso, Sidat ressalvou que a responsabilidade directa não recai sobre a federação, uma vez que os atletas são inicialmente registados nos clubes e inseridos no sistema internacional de registo.
“A FMF convoca com base nos dados existentes. Só mais tarde, quando os jogadores são submetidos aos testes médicos, é que estas situações vêm à tona”, esclareceu, apelando aos clubes para maior rigor na identificação e acompanhamento dos atletas.
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