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O APITO NO BASQUETEBOL JÁ É TAMBÉM DELAS

À semelhança do futebol, a arbitragem feminina no basquetebol moçambicano está a conquistar espaço, respeito e visibilidade — num terreno historicamente dominado por homens. Hoje, nomes como Maria Liliana Bagnath, Beatriz Marques, Carlota Churane e a comissária Carla Massunda Pene simbolizam uma nova era.

Dentro e fora das quatro linhas, estas mulheres afirmam-se pela competência, consistência e profissionalismo, abrindo caminho para novas gerações e levando, inclusive, o nome de Moçambique além-fronteiras.

Na senda da comemoração do Dia da Mulher moçambicana, o desafio decidiu abordar hoje a presença feminina no apito dos jogos de basquetebol, realidade que no início era visível apenas no futebol.

A ascensão das árbitras moçambicanas não é fruto do acaso. É resultado de anos de formação rigorosa, experiência acumulada e avaliações exigentes conduzidas por organismos como a FIBA.

 

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Foi fundado no dia 24 de Junho de 1987 como presente da Sociedade do Notícias aos desportistas por ocasião dos 12 anos de Independência Nacional, que se assinalaram nesse mesmo ano.