À semelhança do futebol, a arbitragem feminina no basquetebol moçambicano está a conquistar espaço, respeito e visibilidade — num terreno historicamente dominado por homens. Hoje, nomes como Maria Liliana Bagnath, Beatriz Marques, Carlota Churane e a comissária Carla Massunda Pene simbolizam uma nova era.
Dentro e fora das quatro linhas, estas mulheres afirmam-se pela competência, consistência e profissionalismo, abrindo caminho para novas gerações e levando, inclusive, o nome de Moçambique além-fronteiras.
Na senda da comemoração do Dia da Mulher moçambicana, o desafio decidiu abordar hoje a presença feminina no apito dos jogos de basquetebol, realidade que no início era visível apenas no futebol.
A ascensão das árbitras moçambicanas não é fruto do acaso. É resultado de anos de formação rigorosa, experiência acumulada e avaliações exigentes conduzidas por organismos como a FIBA.


