Jornal Desafio
Home » CONCORRENTES DO MOÇAMBOLA PRONTOS PARA O QUE DER E VIER
MOÇAMBOLA

CONCORRENTES DO MOÇAMBOLA PRONTOS PARA O QUE DER E VIER

As 14 equipas do Moçambola já estão preparadas para enfrentar as 26 jornadas a partir de 17 de Maio. Alguns desses concorrentes, lembre-se, preparam a época desde Janeiro, outros começaram os trabalhos em Fevereiro, contando que o campeonato iniciasse em finais de Março, indo de encontro com o calendário futebolístico da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) para este ano.

Salientar que as equipas que ascenderam de divisão, nomeadamente Ferroviário de Nacala, Chingale de Tete e Desportivo da Matola, foram as que mais mexeram nas suas estruturas, realçando-se que o Textáfrica, resgatado para substituir o desistente Brera Tchumene, também se viu obrigado a reformular o plantel, uma vez que no início dos trabalhos os objectivos centravam-se na luta para ascender ao Moçambola-2026, sendo que, presentemente, vai se apresentar no certame em busca da manutenção.

DESEMPENHO

ANTERIOR

FORÇA REVOLUÇÃO

Também por força do desempenho anterior; vontade de escrever novas páginas em suas histórias, ou mesmo de refazer os seus os objectivos, há participantes do campeonato que decidiram operar profundas revoluções nos seus plantéis.

Dessa lista, destaca-se o campeão de 2019, Costa do Sol, que contratou Nelson Santos para timoneiro, em substituição de Horácio Gonçalves. Aliás, Nelson presenciou alguns jogos dos “canarinhos” no final da época passada, mas viria a escolher um outro projecto que julgou melhor em sua terra natal.

Na operacionalização, os “canarinhos”, que em 2024 fizeram uma época longe das suas projecções, estavam cientes que não iam manter o avançado Isac de Carvalho, cogitado para adjunto de Santos, contratação que, no entanto, não se efectivou, deixando o “capitão” sem clube, até o Baía resgatá-lo. A outra unidade que manifestou o interesse em sair, apesar de ainda ter um vínculo com os “canarinhos”, é Richard Mbulu, contratado pela União Desportiva do Songo, e o seu compatriota Yamikani Chester, já sem contrato, escolheu o mesmo caminho.

O guarda-redes Joaquim Tsambe, que ofereceu maior segurança que qualquer outro concorrente na sua posição, também não renovou, o mesmo sucedendo em relação aos defesas Chico Mioche e Yanga, este sem grande relevância na equipa.

Por fim, o técnico guineense Baciro Candé foi o escolhido para o lugar de Nelson Santos, mas sem espaço para assumir as suas escolhas. No seu primeiro grande teste da época, foi eliminado da Taça de Moçambique pelo “modesto” Incomáti de Xinavane, o que o obriga a dar tudo de si para se redimir no Moçambola.

Artigos relacionados:

Carregando....