O mundo estará hoje de olhos virados para a cidade do México, capital mexicana, onde a selecção da casa e África do Sul farão as honras de abertura da 23.ª edição do Campeonato do Mundo de Futebol, que, pela primeira vez, juntará 48 nações “espalhadas” numa também inédita tri-organização, isto porque, além do país latino, Estados Unidos e Canadá sediarão o torneio.
O grandioso e imponente Estádio Azteca, remodelado recentemente para acolher o “Mundial” será o palco da abertura. Quando forem 21.00 horas, mexicanos e sul-africanos, à semelhança do que aconteceu no “Mundial”-2010, realizado na África do Sul, começaram a digladiar-se pela disputa dos primeiros três pontos da competição. Esse embate de há 16 anos terminou empatado a uma bola.
A jogar em casa, o México, 15.º classificado do “ranking” da FIFA, sonha em igualar os feitos dos “Mundiais” de 1970 e 1986, quando chegou aos quartos-de-final, as duas melhores prestações de sempre em fases finais do Campeonato do Mundo. Como objectivo mínimo, a primeira meta passa por fazer melhor do que no Qatar, em 2022, quando caiu logo na fase de grupos.
Do outro lado, estará uma África do Sul, 60º no “ranking” da FIFA, bem menos experiente nestas andanças. Os “Bafana–Bafana” ficaram de fora das últimas três edições e na última presença foram os anfitriões, caindo na fase de grupos pela terceira vez em três participações.
Para o mesmo grupo (“A”) jogam na madrugada de amanhã, quando forem 4.00 horas, Coreia do Sul e Chéquia.
Espera-se um grupo equilibrado com alguma imprevisibilidade de quem poderá garantir o acesso directo aos oitavos-de-final e que por isso diminui a margem de erro.
Referir que o jogo de abertura fará com que o México se torne no primeiro na história a sediar a competição pela terceira vez (depois das edições de 1970 e 1986).

