A disputa da 46.ª edição da Taça de Moçambique em futebol continua longe do fim, com as duas equipas que irão protagonizar a grande final ainda a terem de disputar, no mínimo, mais três eliminatórias.
Isso, caso a Federação Moçambicana de Futebol (FMF), entidade organizadora da competição, mantenha o modelo de uma fase final disputada por quatro equipas (“Final Four”), em vigor desde 2023. O modelo consiste em reunir, na mesma cidade, os vencedores das fases regionais do Centro e do Norte e duas equipas da Zona Sul para a disputa das meias-finais e da final.
Assim, cumprida a eliminatória dos quartos-de-final em cada uma das três regiões do país, restam ainda duas fases por ultrapassar até se chegar à “Final Four”.
Como as zonas Centro e Norte têm direito a apenas uma vaga na “Final Four”, o respectivo representante de cada uma delas será encontrado após a disputa da final regional.
Já a Zona Sul dispõe de duas vagas, pelo que os vencedores dos jogos da próxima eliminatória garantirão, automaticamente, a qualificação para a fase final.
Disputada desde 1978, a Taça de Moçambique apura o respectivo vencedor para representar o país nas eliminatórias de acesso à fase de grupos da Taça CAF, a segunda competição de clubes mais importante do Continente Africano.
Com 13 títulos conquistados em 17 finais disputadas, o Costa do Sol é o clube mais titulado da competição, embora a sua última conquista remonte a 2018.
O Maxaquene, com nove títulos em 13 finais disputadas, surge como o segundo clube mais bem-sucedido da prova, seguido pelo Ferroviário de Maputo (sete títulos), Ferroviário da Beira e UD Songo (três cada), bem como pelo Desportivo de Maputo e Liga Desportiva de Maputo, ambos com duas conquistas.
A galeria dos vencedores integra, ainda, com um título cada, o Clube de Gaza, o Ferroviário de Nampula, Black Bulls, Palmeiras da Beira (actual Sporting da Beira) e o extinto Atlético Muçulmano.
























