Moçambique vai acolher, nos dias 7 e 8 de Novembro, o Golf Summit África, uma cimeira que vai reunir em Inhambane diferentes intervenientes da indústria do golfe para discutir o futuro da modalidade no continente.
Organizado pela Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Indústria do Golfe (AMOGOLFE), o encontro terá lugar precisamente na província que o Governo identificou como Zona Especial para o Turismo de Golfe, reforçando a aposta na modalidade como instrumento de promoção turística.
A cimeira vai juntar jogadores, dirigentes, investidores, promotores turísticos e outros actores ligados à modalidade.
Danilo Nhantumbo, presidente da AMOGOLFE, compara a dimensão do encontro à importância do Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, embora centrado especificamente na indústria do golfe.
“O Golf Summit é, em palavras simples, o Davos do golfe em África. Em Davos discute-se economia todos os anos. Então, o Golf Summit é o Davos do golfe, aqui em Moçambique”, afirmou.
Danilo Nhantumbo falava ao “notícias” por ocasião da indicação de Inhambane pelo Governo como a Zona Especial para o Turismo de Golfe (ZETG).
“Lembrando que Inhambane é a capital nacional do turismo. Neste contexto, recordar que o golfe é um passaporte para o mundo. E isto faz jus àquilo que temos vindo a viver nos últimos tempos, em relação à visão do Estado moçambicano em volta do turismo de golfe e da indústria do golfe enquanto um ecossistema”, afirmou.
Para a AMOGOLFE, a criação desta zona contribui para atrair investimentos, desenvolver infra-estruturas desportivas e turísticas e projectar Moçambique como destino de golfe no continente.
O embaixador do Golfe no país espera que a cimeira contribua para fortalecer o intercâmbio entre os diferentes actores e abrir novas oportunidades para o desenvolvimento da modalidade e do nicho turístico associado ao desporto em Moçambique.

