Das 48 selecções que disputarão o Campeonato do Mundo, a partir da próxima quinta-feira (11), somente África do Sul, Arábia Saudita, Áustria, Brasil, Colômbia, Panamá, República Checa e Suécia têm a equipa totalmente composta por jogadores nascidos no país natal.
De resto, o “Mundial”-2026 vai contar com um número recorde de jogadores presentes (1248), dos quais quase um quarto (23,1%) vai representar uma selecção que não é do seu país natal. Ao todo, segundo contas feitas pelo jornalista mexicano Jaime Macias, da “Telemundo”, são 289 os futebolistas que vão jogar por um país que não seja de nascimento.
Curaçau, com 25 dos 26 jogadores provenientes da Holanda - apenas Tahith Chong nasceu na ilha -, é o comandante destacado desta lista, que tem ainda a RD Congo, com 20 futebolistas “’estrangeiros”, e Marrocos, com 19. Na Europa, a Bósnia é a recordista, com 17 jogadores nascidos fora do país.
Cabo Verde, com 14 dos 26, conta também com mais de metade dos jogadores nascidos fora do o arquipélago, sendo que curiosamente é a Holanda o país que mais atletas “deu”, no caso 6. Três nasceram em Portugal, a saber Wagner Pina, Telmo Arcanjo e Hélio Varela.
Na zona baixa da tabela, com um, surgem Egipto, Paraguai, Japão, Bélgica, Uzbequistão, Espanha, Alemanha, Coreia do Sul e Inglaterra.
Portugal tem dois jogadores nesta lista - Matheus Nunes, nascido no Rio de Janeiro, e Diogo Costa, natural de Rothrist, na Suíça -, tal como Noruega, Uruguai, Irão e Argentina.
Da Noruega, por exemplo, um dos “estrangeiros” é Erling Haaland (nascido em Leeds), ao passo que no Uruguai um deles é Rodrigo Zalazar, que nasceu em Albacete.


