O Moçambola-2026 vai reatar depois dos confrontos dos “Mambas” inseridos na qualificação para o CAN-2027, onde as maiores atenções vão para os confrontos que envolvem o Costa do Sol e o Ferroviário da Beira, segundo e terceiros classificados, numa ronda (22.ª jornada) em que a Black Bulls, líder destacado, vai ficar de fora, retornando na jornada seguinte (23.ª), quando receber a Associação Desportiva de Vilankulo.
No “Matchiki-Tchiki”, os “canarinhos”, com 37 pontos (menos sete que a Black Bulls, com 44), terão pela frente o Ferroviário de Lichinga, responsável por uma das suas derrotas na prova (soma quatro, mais três do que a Black Bulls, com apenas uma), acontecida na primeira volta, no Estádio 1.º de Maio (2-1). Acredita-se que, atendendo à importância deste jogo na luta pelo título, o favoritismo pende para os donos da casa, reconhecidamente melhor apetrechados em termos de plantel.
Realçar que quando o campeonato foi interrompido, o Costa do Sol apresentava o segundo maior ataque da prova, com 26 golos, menos dois do que os “touros” (28) e com mais tentos sofridos do que os líderes da prova (12-9).
Uma vitória “canarinha” frente ao quinto classificado (28 pontos) pode estimular o grupo na possibilidade de manter viva a esperança de “brigar” pelo campeonato, pois encurtará, momentaneamente, para quatro pontos, a distância pontual com a Black Bulls.
Em Nampula, o Ferroviário da Beira joga o “tudo ou nada” frente ao homónimo local. As derrotas anteriores da equipa do Chiveve reduziram, sobremaneira, as esperanças de repetir a proeza de 2023. Os pupilos de Akil Marcelino estão a dez pontos da Black Bulls (44-34) e, embora não seja impossível conquistar o campeonato, alcançar esse objectivo tornou-se mais difícil, sendo assim, ganhar no “Santuário” 25 de Junho é imperioso, mas longe de ser uma missão fácil. Os “axineenes” figuram em sexto lugar (28 pontos), mas, não obstante a posição que ocupam, emprestam sempre dificuldades aos oponentes que aparecem pela frente, sobretudo no seu reduto.

