Titular desde o arranque do torneio, Denilson viveu uma noite tranquila entre os postes. Foi quase um mero espectador de luxo, talvez porque a sua imponência física intimidasse os avançados adversários. Sem grandes sustos para resolver, limitou-se a gerir a vantagem e a transmitir segurança à linha defensiva, num jogo em que as Maurícias raramente ameaçaram a sua baliza.
Poucas palavras, mas o suficiente para deixar clara a confiança de um grupo que fez a sua parte e agora espera, com fé, pelos resultados que ditarão o futuro de Moçambique na competição.
“É uma vitória que dá esperança. Continuo a acreditar que vamos para as meias-finais. Vamos aguardar”.

