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REPORTAGEM

PAULO JONES, CELSO ALVAÇÃO E SIMÕES GUAMBE: OS MENINOS BONITOS DA CNAF

O Moçambola-2019 tem sido fértil em situações polémicas devido às arbitragens tendenciosas, que têm sido alvo de contestação dos treinadores, dirigentes e adeptos. No seio da Comissão Nacional de Árbitros de Futebol (CNAF) também surgem juízes que contestam as nomeações dos árbitros para os jogos do campeonato. Alguns desses árbitros “encostados” pelos responsáveis da CNAF desconhecem os motivos da sua não nomeação para os jogos.

Os “encostados” pela CNAF levantam um clima de suspeições, referindo haver a possibilidade da existência do que eles chamam de “centros de recolha de dinheiro” em diversos pontos do país que acolhem o Moçambola com a conivência do poder da arbitragem.

Os “não alinhados” com o regime instalado na arbitragem moçambicana questionam os critérios usados pela CNAF que levam alguns árbitros a fazer mais jogos que os restantes, mesmo prestando mau trabalho. Os árbitros centrais são considerados os principais orquestradores do teatro triste que se assiste em muitos jogos do Moçambola.

Por: Joca Estêvão
Fotos de Arquivo
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