Depois da vitória de sábado, Nelson Santos concedeu dois dias de descanso aos seus pupilos, domingo e hoje, segunda-feira, com a preparação do jogo decisivo a arrancar amanhã.
Serão quatro dias de intenso trabalho no Tchumene, tendo em vista o jogo de sábado à noite, na Lalgy Arena, até porque a exibição no primeiro embate com o Atomic Ngomé não convenceu.
Há muito trabalho a ser feito, muitas lacunas precisam de ser tapadas, pois este adversário, das Comores, não está em Maputo para turismo, quer disputar esta eliminatória até às últimas consequências.
O próprio timoneiro dos “touros” assume isso, até porque a eliminatória está em aberto.
“É só a primeira parte da eliminatória que está feita, faltam mais 90 minutos. Está tudo em aberto, nada está perdido e nada está ganho ainda, pois estes jogos valem 180 minutos. Na terça-feira (amanhã) iniciamos a preparação do jogo da segunda “mão”. É difícil jogar com uma equipa tão organizada como o Atomic e que não tem nada a perder”, avisou Nelson Santos.
Reconhece que a exibição de sábado não foi das melhores, mas prefere focar-se no resultado.
“Sou treinador de resultados, pois não conheço uma equipa que ganha taças somente com as exibições, sem vencer jogos. Para o jogo decisivo temos de estar melhor preparados e, desta vez, penso que será mais fácil prepará-lo, porque já conhecemos o adversário.”
Caso a Black Bulls transite, irá cruzar o caminho do vencedor da eliminatória entre o Panthére Sportive dos Camarões e o Rayon Sports do Ruanda.
No jogo da primeira “mão”, disputado na sexta-feira, nos Camarões, as duas equipas empataram a uma bola, pelo que os ruandeses estão em vantagem.

