A questão da gestão do Estádio Nacional do Zimpeto é bicuda. Estamos a falar da manutenção de toda a infra-estrutura que a directora do FPD estimou, ano passado, estar à volta de dois milhões de meticais mensais, sendo que 250 mil desse valor vai para o campo.
“Mas como disse, este é um assunto que teremos de ultrapassar. Pessoalmente, irei dedicar-me para que ultrapassemos o problema e identifiquemos onde está o nó de estrangulamento, porque não devemos deixar o estádio ruir à nossa vista. Teremos de encontrar soluções como Governo para que o estádio não seja mais um problema. Veja que um dos problemas, que é simples, é a questão da iluminação. Não podemos ter um estádio como Zimpeto a perder jogos por causa da iluminação”, vincou, ajuntando que medidas muito sérias serão tomadas para que tal situação não volte a se repetir, sobretudo porque aquela mega infra-estrutura tem geradores e com todo o seu sistema a funcionar.
“Então, o que está a acontecer é uma questão de responsabilidade. Obrigaremos as pessoas a cumprir o seu dever. Como ministro, sou apenas um coordenador da equipa e existe alguém que vai tratar do assunto do estádio. E lá no “Zimpeto” deve estar alguém que trate do assunto da relva, iluminação, etc.. As pessoas recebem por isso e têm de fazer o trabalho”, sublinhou, reiterando que não vai permitir que o mal continue.
Por exemplo, em relação à vedação do perímetro exterior, a solução encontrada foi de fazer um muro de betão depois da vandalização da rede tubarão que circundava o estádio.
“Estamos a tentar compreender melhor o projecto, mas o certo é que as pessoas responsáveis devem trabalhar para a manutenção do estádio”, concluiu.

